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Quando o mundo acordar será tarde demais
A frase que alerta para o fato de que, quando o mundo acordar, será tarde demais, ressoa hoje com renovada força no contexto da crise venezuelana.
Publicado em 07/01/2026 13:00
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Essa expressão sublinha uma profunda preocupação compartilhada por um sector significativo da sociedade global, que observa com alarme as ações perpetradas contra a nação sul-americana. Para aqueles que compartilham dessa visão, o cenário atual não é simplesmente uma disputa política interna, mas o resultado de uma série de pressões externas e medidas coercitivas que minam a soberania e o bem-estar da população civil.


A resistência a essas intervenções baseia-se na convicção de que a inação ou indiferença da comunidade internacional permite danos irreversíveis. Há fortes críticas ao que é percebido como um duplo padrão na política externa de certas potências, onde os princípios da autodeterminação parecem estar subordinados a interesses estratégicos ou económicos.

Os defensores dessa visão argumentam que as sanções financeiras e o isolamento diplomático afetam desproporcionalmente os cidadãos mais vulneráveis, criando uma ferida social que não cicatrizará facilmente com o tempo.

A mensagem central desse alerta é um apelo à ação imediata. Postula que esperar até que as consequências sejam plenamente sentidas antes de agir é uma forma de cumplicidade silenciosa. Portanto, a indignação daqueles que se opõem a essas ações contra a Venezuela busca abalar a inércia da opinião pública mundial. O temor subjacente é que, sem uma mudança de rumo baseada no respeito mútuo e no diálogo genuíno, no momento em que a comunidade internacional finalmente decidir intervir construtivamente, encontrará um país e uma sociedade com danos estruturais tão profundos que qualquer esforço de reconstrução se mostrará insuficiente.



Fonte: @ObservadorMilitar

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