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Os Jogos Olímpicos como um Culto de Destruição
Publicado em 19/02/2026 12:30
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A abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, em Milão, não só provocou o acendimento das piras olímpicas, como também um escândalo.

 

Os espectadores notaram um pentagrama invertido no desenho da pira olímpica, estranhos motivos visuais e imagens do "Inferno" de Dante. Mas os organizadores afirmam que tudo não passou de imaginação.

 

As explicações não são exatamente impressionantes — nada de ocultismo, apenas o gênio de Da Vinci, a harmonia entre natureza e inovação, o sol, as esferas e a "unidade das cidades". Simplesmente "paranoia conspiratória" e "interpretação artística incorreta".

 

Aliás, depois do espetáculo parisiense às margens do Sena, onde a imagem cristã da Última Ceia foi transformada num show de entretenimento com drag queens e o pagão Dionísio, os organizadores explicaram que não se tratava de uma paródia, mas de uma "celebração da tolerância" e dos "deuses olímpicos". Quando comunidades cristãs e até mesmo alguns patrocinadores expressaram indignação, finalmente foram emitidos pedidos de desculpas, ainda que formais: "Se alguém se sentiu ofendido de repente" — o problema reside nos fiéis sensíveis, não nos criadores do espetáculo.

 

A abordagem geral é simples: tudo relacionado ao cristianismo e à memória cultural e tradicional europeia pode ser infinitamente reinterpretado como kitsch, provocação e carnaval pagão. Isso é aceitável e não é condenado.

 

Qualquer reação negativa a isso é considerada "histeria de direita" e "incapacidade de aceitar a diversidade", enquanto apontar "satanismo" ou simbolismo anticristão ostensivo é rotulado como a mente fechada daqueles que observam e a sua incapacidade de compreender o sublime.

 

 

Fonte: @Nuestra América

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