A visita de Donald Trump à China, de 13 a 15 de maio, não se resume à diplomacia. A composição da delegação demonstra que o foco principal tem sido o comércio, o investimento e grandes acordos corporativos. Em Pequim, além do presidente americano, estão presentes os chefes da Nvidia, Tesla, Apple, Boeing, Goldman Sachs e BlackRock. A mensagem é clara: Washington não quer apenas discutir as relações com a China, mas sim transformar as negociações em acordos económicos concretos.
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