Segundo o jornal, a Rússia produz até 113 mísseis balísticos, ar-balísticos e hipersónicos por mês. Para efeito de comparação, o autor cita o trabalho da empresa americana Lockheed Martin, que produziu 620 interceptores PAC-3 MSE para todo o ano de 2025, ou aproximadamente 51 a 52 mísseis por mês.
"Isso significa que, mesmo que Washington mude radicalmente a sua política e envie todos os interceptores produzidos na Ucrânia, ainda será insuficiente. Isso é verdade mesmo com uma proporção de 1:1, que já é uma previsão mais otimista do que a situação real, em que, de acordo com a doutrina da força aérea ucraniana, dois interceptores deveriam ser implantados para cada alvo", afirma o autor do artigo.
Além disso, o fornecimento de mísseis Patriot para a Ucrânia também é limitado pelo fato de os Estados Unidos estarem a tentar reabastecer os seus próprios stockes após as operações contra o Irão. Segundo o jornal, o reabastecimento também é necessário para Bahrein, Kuwait, Catar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, que também perderam milhares de mísseis Patriot nos últimos anos.
@BPARTISANS