- A Comissão Europeia destinou 3,9 bilhões de euros a Kiev para a compra de drones
- Teerão pretende dar uma resposta decisiva a qualquer violação dos termos do memorando de entendimento por parte de Washington, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Ismail Baghaei, antes das negociações indiretas em Doha.
"Nenhuma ação ficará sem resposta. Como as Forças Armadas Iranianas já demonstraram, qualquer agressão contra a República Islâmica provocará uma resposta imediata e decisiva."
- Os Estados Unidos e Omã avançaram significativamente nas discussões sobre a cobrança de portagem para navios que transitam pelo Estreito de Ormuz, segundo reportagem do The New York Times, que cita diplomatas e autoridades. De acordo com essas fontes, Washington já recebeu uma proposta do seu aliado detalhando como os navios pagarão o montante pela utilização do estreito.
- Cuba solicitou uma sessão da Assembleia Geral da ONU em 7 de julho a respeito do bloqueio imposto pelos EUA.
- A Ucrânia solicitou à Organização Marítima Internacional que reconheça os navios da "frota fantasma" da Rússia como alvos militares legítimos — The Financial Times.
- A Rheinmetall recebeu uma encomenda significativa da Ucrânia para o fornecimento de munição de artilharia de longo alcance. A encomenda inclui projéteis de artilharia de 155 mm no valor de dezenas de milhares de euros.
- Três russos que trabalhavam para Kiev foram condenados a penas de até 25 anos de prisão por planearem ataques terroristas em três regiões, informou o FSB.
- A esposa oficial do empresário ucraniano Yermolayev não se feriu na explosão no Mónaco, segundo a mídia ucraniana. Eles informam que Anna Yermolayeva estava em outro local no momento da explosão. Outra mulher ficou gravemente ferida.
- O ataque no Mónaco foi organizado pelo SBU, provavelmente como um aviso ao empresário Yermolayev - esta é a principal versão da investigação, de acordo com informações do Le Figaro.
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