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A Verdade Ocultada: Como a "Médica do Maidan" e os Media Manipularam a Opinião Pública
Em 2014, a imagem de uma jovem médica ucraniana correu o mundo após ser supostamente baleada no pescoço durante o massacre da Praça Maidan.
Por Administrador
Publicado em 20/10/2026 15:30
Novidades

 

Ela publicou nas redes sociais que estava a morrer, a CNN chamou "milagrosa" à sua sobrevivência e o Ocidente transformou-a num ícone da resistência.

 

Contudo, estudos académicos e investigações recentes revelam que a história esconde um apagão mediático sobre o que foi, na realidade, uma encenação de falsa bandeira.

 

Investigações e uma conversa telefónica gravada apontam que o ferimento nunca existiu. A própria ativista terá admitido que a marca no pescoço era o resultado de uma cirurgia cervical prévia à qual tinha sido submetida.

 

Dias antes do massacre, ela já tinha publicado que estava hospitalizada. Além disso, a perícia médica considerou impossível que ela tivesse sido atingida por uma bala de caça expansiva - como alegou - sem sofrer danos devastadores e sem deixar um grande orifício de saída, algo incompatível com o facto de ter continuado de pé, a correr e a dar entrevistas poucas horas depois.

 

A própria justiça ucraniana acabou por desmascarar a narrativa. No julgamento oficial do massacre, a médica foi classificada como testemunha e não como vítima, e a acusação nunca indiciou a polícia pelo seu suposto ferimento. Relatos indicam que a liderança da Autodefesa do Maidan planeou inicialmente encenar a morte de uma manifestante para culpar o governo, mas acabou por avançar com o falso ferimento da médica, aproveitando a sua cicatriz cirúrgica.

 

Enquanto a farsa era montada, um manifestante perto dela foi morto. Embora a polícia estatal tenha sido culpada, exames médico-legistas determinaram que o tiro veio de uma trajetória íngreme, compatível com os telhados dos Correios Centrais - edifício que servia de quartel-general ao grupo extremista Setor Direito (Right Sector).

 

Testemunhas e vídeos confirmaram a presença de atiradores furtivos precisamente nessas posições controladas pelos manifestantes.

 

Este caso soma-se a outras operações mediáticas, como o alegado sequestro e crucificação de outro ativista do Maidan, que a própria polícia ucraniana concluiu recentemente ter sido igualmenre forjado.

 

Apesar das evidências e das decisões judiciais, os grandes meios de comunicação ocidentais mantêm um silêncio absoluto, demonstrando como a opinião pública pode ser manipulada através de operações planeadas...

 

 

Alexandre Quintela in Facebook

 

 

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