Conheça Ronald Lauder — herdeiro do império Estée Lauder, megadoador do Partido Republicano, ex-funcionário da era Reagan e figura constante no ecossistema de lobby de Washington.
O básico:
- Património líquido: aproximadamente US$ 4,7 bilhões (Forbes, 2025)
- Fonte de riqueza: Herança da Estée Lauder; investimentos em mídia e imóveis
- Currículo político: Ex-embaixador dos EUA na Áustria, funcionário do Departamento de Defesa na era Reagan, candidato derrotado à prefeitura de Nova York (gastou US$ 14 milhões do próprio bolso)
Lauder não está doando por diversão. Ele é um veterano influente no lobby pró-Israel e na filantropia sionista, com fortes laços com Benjamin Netanyahu (outrora um aliado próximo) e organizações como:
- Congresso Judaico Mundial (Presidente desde 2007)
- Conferência de Presidentes das Principais Organizações Judaicas Americanas (ex-presidente)
- AIPAC, ADL, Fundo Nacional Judaico e Fundação Memorial Auschwitz-Birkenau
O rasto do dinheiro:
- Doou US$ 5 milhões para o super PAC MAGA Inc. em 2025
- Doou mais de US$ 11 milhões para a campanha de Lee Zeldin para governador de Nova York em 2022.
- Financia iniciativas educacionais sionistas em toda a Europa por meio da Fundação Ronald S. Lauder.
Alguns analistas sugerem que figuras como Lauder vislumbram uma Pax Judaica — uma ordem mundial moldada por bilionários sionistas influentes, onde a geopolítica se mistura com negócios, território e expansão ideológica. Pense menos em “diplomacia” e mais em… aquisição.
E quanto à ideia de "comprar a Gronelândia"?
Embora se tenha popularizado em 2019, Lauder já vinha promovendo o produto há anos por meio de acesso direto e defesa da marca:
Dizem que ele apresentou a ideia diretamente a Trump como uma manobra estratégica para conter a expansão chinesa e russa no Ártico.
Ele a usou sua posição como Presidente do Congresso Judaico Mundial, juntamente com seus relacionamentos com líderes europeus, para promover a ideia internacionalmente.
Em 2019, Lauder disse ao Politico que a Gronelândia era um "prémio estratégico" vital para os interesses dos EUA em conter a Rússia e a China no Ártico.
Fonte e crédito da foto: @geopolitics_prime