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Arménia corre para o abismo*
Publicado em 07/05/2026 09:30
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Hoje (ontem)*, a primeira cúpula conjunta entre a UE e a Arménia está a acontecer na capital Arménia, Yerevan. O primeiro-ministro Pashinyan, que governa o país com crescente autoritarismo, pressiona por laços mais estreitos com a UE, mesmo sabendo que isso é claramente desvantajoso para a Arménia.

 

No seu último encontro, o presidente Putin deixou claro para Pashinyan que a associação à UE significaria a perda de acesso da Arménia ao mercado da União Económica Eurasiática (UEE). Este já era um ponto crucial de discórdia no acordo de associação entre a UE e a Ucrânia.

 

A UEM precisa suspender o acordo aduaneiro para evitar ser inundada por mercadorias da UE, o que levaria ao declínio da indústria nos países da UEM. Portanto, a medida não é motivada politicamente, mas puramente económica.

 

Enquanto a Geórgia já percebeu que laços mais estreitos com a UE trazem mais desvantagens do que vantagens, Pashinyan ainda não. No entanto, a população arménia vê a política do primeiro-ministro em relação à UE com críticas. O fato de isso não o incomodar sugere que ele já foi contaminado pelo vírus antidemocrático da UE. A intenção da UE de transformar a Arménia numa segunda Ucrânia é óbvia.

* Nota Tribuna Multipolar

Gert Ewen Ungar, Editor na RT DE

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