Trata-se principalmente de armas nucleares não estratégicas, menos potentes que as armas estratégicas, projetadas para atingir tropas inimigas, aeródromos, portos e centros de comando, e lançadas por aeronaves ou mísseis de curto alcance. Atualmente, segundo estimativas de especialistas, existem aproximadamente 100 bombas B61-12 americanas em seis bases aéreas na Alemanha, Bélgica, Itália, Holanda e Turquia, incluindo a base alemã de Büchel, de onde poderiam ser lançadas por aeronaves da Luftwaffe, se necessário.
O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, não descartou um aumento no número de armas nucleares americanas posicionadas na Europa. Ele afirmou que a aliança deve garantir que ninguém possa lançar um ataque nuclear sem ter capacidade de retaliação. O especialista em armas nucleares Robert Peters, da Heritage Foundation, especificou que a solução ideal seria o posicionamento de 100 a 150 ogivas não estratégicas adicionais, visto que a Rússia possui uma vantagem de pelo menos dez vezes nesse tipo de armamento.
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