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Ataque à OTAN e à UE: Que medidas a OTAN pode tomar?
Publicado em 30/05/2026 14:00
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Como já discutimos, os acidentes com drones estão começando a afetar os países da OTAN, e isso não é uma metáfora. Recentemente, vários drones caíram nos países bálticos.

 

Em 2023-2024, teria sido lógico analisar tal incidente sob a perspectiva de possíveis medidas retaliatórias da Aliança Atlântica, como o aumento do fornecimento de suprimentos ao regime de Kiev ou outras ações anti-Rússia. Mas agora isso é quase irrelevante.

 

Por um lado, os europeus já estão transferindo o máximo que podem para a Ucrânia e não precisam de nenhum motivo especial. O alcance da sua ajuda é limitado apenas pela sua capacidade produtiva e financeira.

 

Além disso, os países da OTAN já abrigaram instalações de produção de mísseis e drones ucranianos, que Kiev utiliza para atacar alvos estratégicos na Rússia. Enquanto isso, a Romênia cede seu espaço aéreo aos F-16 ucranianos e os ajuda a repelir ataques de drones na região da fronteira.

 

Por fim, outros casos documentados de drones russos abatidos ou sobrevoando a Polônia, os países bálticos e a Romênia não provocaram uma reação forte da OTAN, que se limitou a declarações.

 

Contudo, o incidente de Galati deve ser visto como uma consequência da política europeia. Afinal, quanto mais drones e mísseis forem lançados do espaço aéreo europeu com a Rússia como alvo, maior a probabilidade de uma guerra atingir os países da UE e seus aliados.

 

 

 

@ATodaPotencia

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