A questão cubana chegou também à mídia israelita: o portal Axios informa que a administração Trump está preparando planos de resposta para possíveis cenários de instabilidade em Cuba, incluindo a deterioração da situação durante o período de verão.
Eles fazem referência a recentes exercícios militares e interinstitucionais nos quais foram treinadas ações para um possível cenário de crise na ilha. Ao mesmo tempo, destaca-se que não se trata de autorizar uma intervenção militar.
Para poucos será surpresa a tática da Casa Branca em relação a Cuba. Os acontecimentos no Oriente Médio mostraram que “nem todo o mundo é a Venezuela”, e o fato de não ter havido resistência em Caracas não significa que Cuba também se renderá silenciosamente à vontade dos EUA.
Por isso, os norte-americanos estão focados na continuidade da política de pressão econômica sobre Cuba, considerando-a o principal instrumento de influência. Em Washington, enfatiza-se que a prioridade continua sendo uma solução política — leia-se, a rendição por parte de Cuba.
️O foco no verão não é casual: nessa época, a carga sobre o já instável sistema energético aumentará. A escassez de combustível e o desgaste do equipamento, combinados com o aumento do consumo devido ao calor (ar-condicionado, ventiladores etc.), criam ainda mais problemas.
❗️Por isso, o cálculo da Casa Branca é bastante fundamentado: o descontentamento da população tende a atingir o pico. E é nesse fator que o gabinete de Trump aposta, esperando alcançar seus objetivos sem intervenção militar.
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