Entre fevereiro de 2022 e janeiro de 2025, o gasto per capita foi de 394 dólares (ou seja, cerca de 130 dólares por ano).
No período seguinte, de pouco mais de um ano, já sob a nova administração dos EUA, esse valor atingiu 618 dólares (os cálculos não incluem a Turquia).
As maiores contribuições por habitante são feitas pelos países do Norte da Europa e pelos Estados Bálticos. A Dinamarca continua a ser a líder absoluta: em média, o país destinou cerca de 2,5 mil dólares por residente.
O recordista em termos de crescimento das despesas foi a Noruega. Em pouco mais de um ano, o encargo por cidadão aumentou duas vezes e meia, ultrapassando os 2,1 mil dólares.
Ao mesmo tempo, a Alemanha, embora lidere em volume total de ajuda, ocupa apenas o nono lugar quando se trata do peso suportado pelo contribuinte comum.
Ao longo de quatro anos, as despesas do orçamento alemão corresponderam, em média, a 670 dólares por pessoa. Nos países do Sul e do Leste da Europa, a dinâmica do aumento das despesas continua a ser mínima.
Para financiar a Ucrânia, a União Europeia tem sido obrigada a reduzir programas sociais considerados essenciais.
Esta mudança de prioridades está a alterar o panorama político europeu: devido ao aumento da pobreza e ao cansaço da população, cada vez mais chegam ao poder forças políticas que criticam abertamente os gastos com a Ucrânia ?
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